Custo líquido é, segundo o Presidente, menor que em 2006
Em comunicado, Carlos Pinto de Sá, Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, mostra-se satisfeito com os números deste ano da Feira da Luz, que decorreu de 29 de Agosto a 3 de Setembro. Num texto em que agradece ao grupo inter-disciplinar que ajudou a levantar e realizar o certâme montemorense, em que o principal parceiro é a APORMOR, Pinto de Sá, revela que foram atingidos números recorde snedo que estiveram presentes 204 expositores dos quais 70 na exposição de gado; 91 feirantes; mais de 50.000 visitantes. Para o Presidente da autaquia montemorense "a concepção e organização da Feira, quer a implantação e espaços, quer a diversificada oferta de qualidade foi notável", continuando para afirmar que "a Feira da Luz é, hoje, um evento marcante no Alentejo e começa a suscitar interesse nacional como se viu na comunicação social". Para o edil a aposta de aumentar em dois dias a Feira da Luz foi uma aposta ganha, destacando ainda a exposição "Os Brinquedos Que Atravessam o Tempo" e o espaço das tasquinhas.
Quanto a contas o Presidente da Câmara de Montemor olha satisfeito para aquilo que diz ser um custo liquido menor do que no ano de 2006 (menos 1.000 € do que no anos transacto. "O orçamento da Feira", explica, "também nos revela dados interessantes. A despesa estimada foi de € 374.893 euros (mais € 8.000 euros que em 2006) e a receita de € 46.643 euros (mais € 9.000 euros). Isto é, com mais 2 dias de Feira, tivémos um custo líquido menor que em 2006. E não é contabilizável o enorme ganho para o futuro da Feira", afirma por fim.
13/09/2007
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26 de Setembro de 2007
Montemor na Imprensa Nacional:
O dia da emoção na troca de cabos
- Praça de Toiros de Montemor-o-Novo
- Data: 2 de Setembro de 2007, pelas 17:00 horas
- Empresa: Montemor é Praça Cheia
- Ganadaria: Herdade de Pégoras
- Cavaleiros: João Salgueiro, Vítor Ribeiro
- Cavaleiro Praticante: João Telles Jr
- Grupo de Forcados Amadores: de Montemor, antigos e actuais, na despedida do cabo Rodrigo Corrêa de Sá
- Assistência: Lotação esgotada
- Delegados da IGAC: delegado técnico tauromáquico Sr. Agostinho Borges, assessorado pelo médico veterinário Dr. José Tenório Guerra.
Tarde de muito calor e de algumas emoções na corrida de despedida do cabo do Grupo de Forcados Amadores de Montemor, integrada na tradicional Feira da Luz, que, todos os anos, nesta data, tem lugar naquela cidade alentejana. O cartel era composto por dois cavaleiros de alternativa, já com créditos firmados, e um cavaleiro praticante a caminho do “doutoramento”. Ingredientes que foram suficientes para esgotar a lotação da velhinha praça.
Os toiros, da ganadaria da Herdade de Pégoras, saíram bem apresentados, com pesos entre os 495 Kg e os 530 Kg e a colaborarem, sendo de destacar os saídos em 3º e 5º lugares, pelo seu bom comportamento ao longo das lides, às quais emprestaram o “sal” necessário para que, no momento das sortes, pudesse haver emoção.
Abriu praça o cavaleiro João Salgueiro, que não esteve ao nível a que nos habituou na maior parte das sua actuações desta época. No seu primeiro cravou dois ferros compridos à tira, falhando o toiro na cravagem do primeiro curto. Emendou de imediato e colocou quatro ferros curtos e um palmo em sortes laterais, aliviadas e sem qualquer som. No segundo do seu lote, com uma boa brega e um bom critério na escolha dos terrenos para a execução das sortes, deixou dois bons ferros compridos, com cites de largo, a provocar a investida do toiro. Nos curtos, cravou de frente e ao estribo os quatro primeiros ferros e, depois de mudar de montada, na tentativa de chegar ao público, os dois últimos a serem colocados em reuniões menos conseguidas.
Vítor Ribeiro conseguiu um grande triunfo nesta tarde... A receber bem o seu primeiro oponente, sem a presença de bandarilheiros na arena, colocou dois bons ferros compridos, para, na execução dos curtos estar menos bem na colocação dois 1º e 4º ferros. Encurtando distâncias, deixou dois bons ferros a terminar a lide. No seu segundo toiro, esteve simplesmente soberbo!... Recebeu o toiro à “porta gaiola”, deixando um enorme ferro comprido, de poder a poder, a deixar adivinhar uma grande actuação. Nos curtos, com cites de largo, a procurar dar vantagens ao toiro, bem de frente, de alto a baixo e ao estribo, deixou quatro ferros curtos de excelente nota, cravados em reuniões apertadíssimas, emocionantes e superiormente rematadas.
João Telles Jr. não esteve tão bem como noutras ocasiões em que o temos visto. Na sua primeira actuação, depois de receber o toiro à porta dos curros, cravou dois compridos regulares, o 1º à meia volta e o segundo de colocação menos conseguida. Nos curtos, cravou quatro ferros em sortes aliviadas, terminando com um violino e dois ferros de palmo que nada adiantaram à lide. Ao último toiro da corrida colocou dois ferros compridos à tira, sendo o 2º de boa execução. Nos curtos, com o “Pintor”, colocou quatro ferros sem destaque, à garupa e com toques na montada. Terminou com um violino algo “pescado” e dois ferros de palmo muito aplaudidos pelo público.
Mas a tarde era do Grupo de Forcados Amadores de Montemor e, infelizmente, não começou da melhor maneira. Para pegar o primeiro toiro da corrida foi à cara o ainda cabo, Rodrigo Corrêa de Sá, na sua despedida. Bem a citar, a interessar o toiro, fechou-se bem à barbela, mas, já no seio do grupo, a sair de pernas e a ficar fora da cara do toiro. À segunda tentativa, o toiro, após a reunião, baixa a cabeça, o forcado embate com violência no solo e fica inanimado, felizmente sem consequências graves, saindo de maca para ser conduzido para a enfermaria da praça. Em sua substituição saiu, determinado, o novo cabo do Grupo, José Maria Cortes, que, no seu primeiro intento, não se fechou da melhor forma, com o toiro, novamente, a ir ao chão e a tirar a cabeça. Fechou-se à Segunda tentativa (quarta deste toiro), com as ajudas já carregadas. No final não saiu para a volta à arena, tendo João Salgueiro recusado, também ele, a volta e entrando em tábuas junto dos forcados, num gesto de grande dignidade e solidariedade para com o Grupo, o qual mereceu uma grande ovação por parte do público. Bonito gesto, com sentimento...
Para a pega do segundo da tarde saiu o veterano João Mantas, que, perante a arrancada pronta do toiro, se conseguiu fechar já no seio do Grupo, aguentando bem um primeiro derrote. João Cabral, no terceiro da tarde, efectuou uma rija pega, com o toiro a mansear e a arrancar sem se fixar no forcado, numa violenta reunião, com o forcado a não recuar e a conseguir uma pega vistosa. Pedro Freixo esteve bem no cite, a mostrar-se e a reunir superiormente, com uma grande 1ª ajuda e com o Grupo a fechar com coesão, numa boa pega. Pegou o quinto toiro Rodrigo Pietra, que, após ter marcado bem os tempos devidos, aguentou um primeiro derrote alto e, com uma boa 1ª ajuda, conseguiu mais uma grande pega. A finalizar a boa actução dos de Montemor, foi para a pega Manuel Mata, que, com o toiro a mansear no momento do cite, se conseguiu fechar muito bem, com ajuda coesa do Grupo.
O Mais e o Menos
+ A lide de Vítor Ribeiro ao 5º toiro da corrida e a actuação do Grupo de Forcados Amadores de Montemor
- Nada a registar.
In Tauromania.pt
Fotos: Zé da Quinta
05/09/2007
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- Praça de Toiros de Montemor-o-Novo
- Data: 2 de Setembro de 2007, pelas 17:00 horas
- Empresa: Montemor é Praça Cheia
- Ganadaria: Herdade de Pégoras
- Cavaleiros: João Salgueiro, Vítor Ribeiro
- Cavaleiro Praticante: João Telles Jr
- Grupo de Forcados Amadores: de Montemor, antigos e actuais, na despedida do cabo Rodrigo Corrêa de Sá
- Assistência: Lotação esgotada
- Delegados da IGAC: delegado técnico tauromáquico Sr. Agostinho Borges, assessorado pelo médico veterinário Dr. José Tenório Guerra.
Tarde de muito calor e de algumas emoções na corrida de despedida do cabo do Grupo de Forcados Amadores de Montemor, integrada na tradicional Feira da Luz, que, todos os anos, nesta data, tem lugar naquela cidade alentejana. O cartel era composto por dois cavaleiros de alternativa, já com créditos firmados, e um cavaleiro praticante a caminho do “doutoramento”. Ingredientes que foram suficientes para esgotar a lotação da velhinha praça.
Os toiros, da ganadaria da Herdade de Pégoras, saíram bem apresentados, com pesos entre os 495 Kg e os 530 Kg e a colaborarem, sendo de destacar os saídos em 3º e 5º lugares, pelo seu bom comportamento ao longo das lides, às quais emprestaram o “sal” necessário para que, no momento das sortes, pudesse haver emoção.
Abriu praça o cavaleiro João Salgueiro, que não esteve ao nível a que nos habituou na maior parte das sua actuações desta época. No seu primeiro cravou dois ferros compridos à tira, falhando o toiro na cravagem do primeiro curto. Emendou de imediato e colocou quatro ferros curtos e um palmo em sortes laterais, aliviadas e sem qualquer som. No segundo do seu lote, com uma boa brega e um bom critério na escolha dos terrenos para a execução das sortes, deixou dois bons ferros compridos, com cites de largo, a provocar a investida do toiro. Nos curtos, cravou de frente e ao estribo os quatro primeiros ferros e, depois de mudar de montada, na tentativa de chegar ao público, os dois últimos a serem colocados em reuniões menos conseguidas.
Vítor Ribeiro conseguiu um grande triunfo nesta tarde... A receber bem o seu primeiro oponente, sem a presença de bandarilheiros na arena, colocou dois bons ferros compridos, para, na execução dos curtos estar menos bem na colocação dois 1º e 4º ferros. Encurtando distâncias, deixou dois bons ferros a terminar a lide. No seu segundo toiro, esteve simplesmente soberbo!... Recebeu o toiro à “porta gaiola”, deixando um enorme ferro comprido, de poder a poder, a deixar adivinhar uma grande actuação. Nos curtos, com cites de largo, a procurar dar vantagens ao toiro, bem de frente, de alto a baixo e ao estribo, deixou quatro ferros curtos de excelente nota, cravados em reuniões apertadíssimas, emocionantes e superiormente rematadas.
João Telles Jr. não esteve tão bem como noutras ocasiões em que o temos visto. Na sua primeira actuação, depois de receber o toiro à porta dos curros, cravou dois compridos regulares, o 1º à meia volta e o segundo de colocação menos conseguida. Nos curtos, cravou quatro ferros em sortes aliviadas, terminando com um violino e dois ferros de palmo que nada adiantaram à lide. Ao último toiro da corrida colocou dois ferros compridos à tira, sendo o 2º de boa execução. Nos curtos, com o “Pintor”, colocou quatro ferros sem destaque, à garupa e com toques na montada. Terminou com um violino algo “pescado” e dois ferros de palmo muito aplaudidos pelo público.
Mas a tarde era do Grupo de Forcados Amadores de Montemor e, infelizmente, não começou da melhor maneira. Para pegar o primeiro toiro da corrida foi à cara o ainda cabo, Rodrigo Corrêa de Sá, na sua despedida. Bem a citar, a interessar o toiro, fechou-se bem à barbela, mas, já no seio do grupo, a sair de pernas e a ficar fora da cara do toiro. À segunda tentativa, o toiro, após a reunião, baixa a cabeça, o forcado embate com violência no solo e fica inanimado, felizmente sem consequências graves, saindo de maca para ser conduzido para a enfermaria da praça. Em sua substituição saiu, determinado, o novo cabo do Grupo, José Maria Cortes, que, no seu primeiro intento, não se fechou da melhor forma, com o toiro, novamente, a ir ao chão e a tirar a cabeça. Fechou-se à Segunda tentativa (quarta deste toiro), com as ajudas já carregadas. No final não saiu para a volta à arena, tendo João Salgueiro recusado, também ele, a volta e entrando em tábuas junto dos forcados, num gesto de grande dignidade e solidariedade para com o Grupo, o qual mereceu uma grande ovação por parte do público. Bonito gesto, com sentimento...
Para a pega do segundo da tarde saiu o veterano João Mantas, que, perante a arrancada pronta do toiro, se conseguiu fechar já no seio do Grupo, aguentando bem um primeiro derrote. João Cabral, no terceiro da tarde, efectuou uma rija pega, com o toiro a mansear e a arrancar sem se fixar no forcado, numa violenta reunião, com o forcado a não recuar e a conseguir uma pega vistosa. Pedro Freixo esteve bem no cite, a mostrar-se e a reunir superiormente, com uma grande 1ª ajuda e com o Grupo a fechar com coesão, numa boa pega. Pegou o quinto toiro Rodrigo Pietra, que, após ter marcado bem os tempos devidos, aguentou um primeiro derrote alto e, com uma boa 1ª ajuda, conseguiu mais uma grande pega. A finalizar a boa actução dos de Montemor, foi para a pega Manuel Mata, que, com o toiro a mansear no momento do cite, se conseguiu fechar muito bem, com ajuda coesa do Grupo.O Mais e o Menos
+ A lide de Vítor Ribeiro ao 5º toiro da corrida e a actuação do Grupo de Forcados Amadores de Montemor
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In Tauromania.pt
Fotos: Zé da Quinta
05/09/2007
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Feira da Luz termina:
Novidades agradaram aos visitantes
Seis dias depois de ter começado a Feira da Luz registou muitas centenas de visitantes que ficaram agradados com as novidades, divisão do espaço e com o cartaz musical. Apesar de nem todos os dias terem sido de grandes enchentes, o fim-de-semana, bem como a segunda-feira tiveram um movimento acima dos outros dias.
As tasquinhas foram um verdadeiro sucesso, comprovado com o esgotar de muitos produtos, em particular no sábado à noite, em que muitos espaços terminaram a noite apenas a servir imperiais, pois já não havia mais nada para vender.
O espaço criança e aventura foi muito procurado, em particular durante a noite, e também os dois comboios que viajaram registaram uma adesão que superou as expectativas.
Quanto a concertos foram seis dias para lembrar. em particular em duas noites. Blasted Mechanism dram um espectáculo memorável, como já fizémos referência em outro artigo e noite de sábado, com o folclore a marcar presença no palco, foi a grande surpresa do certâme, já que o recinto encheu para assistir às danças tradicionais de Cortiçadas de Lavre e Chile.
A decepção foi o concerto de Sérgio Godinho, em que o recinto esteve meio vazio, apesar de o espectáculo ter sido ao nível do que Godinho já nos habituou.
A animação nocturna foi, este ano, também melhorada. Com concertos diários, foi ali que a festa se fez até de madrugada, com muitas centenas de jovens e menos jovens a usufruirem daquele espaço, em frente a APORMOR, para expandirem a sua alegria.
O acrescento de seis dias, parece ter agradado aos montemorenses, observando-se uma afluência diária bastante aceitável, deixando assim um indicador de que a feira continuará com seis, ou mais dias.
Para o ano há mais.
04/09/2007
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Seis dias depois de ter começado a Feira da Luz registou muitas centenas de visitantes que ficaram agradados com as novidades, divisão do espaço e com o cartaz musical. Apesar de nem todos os dias terem sido de grandes enchentes, o fim-de-semana, bem como a segunda-feira tiveram um movimento acima dos outros dias.
O espaço criança e aventura foi muito procurado, em particular durante a noite, e também os dois comboios que viajaram registaram uma adesão que superou as expectativas.
A decepção foi o concerto de Sérgio Godinho, em que o recinto esteve meio vazio, apesar de o espectáculo ter sido ao nível do que Godinho já nos habituou.
O acrescento de seis dias, parece ter agradado aos montemorenses, observando-se uma afluência diária bastante aceitável, deixando assim um indicador de que a feira continuará com seis, ou mais dias.
Para o ano há mais.
04/09/2007
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8.ª Feira do Livro:
Entre letras na Luz
A Feira do Livro da Feira da Luz 2007, é um espaço pode, também, adquirir a cultura das letras. Organizada pela 8.ª vez na Feira, pelo segundo ano consecutivo pela Livraria Fonte de Letras, este é um espaço em que pode encontrar títulos de mais de vinte editoras, entre eles os grandes romances da actualidade, muitos livros para crianças e um bom conjunto de retratos históricos, entre muitos outros.
À conversa com Helena Santos, da Fonte de Letras disse-nos que Esta é uma feira que é sempre muito procurada dentro do certame da Luz em Montemor e que "já o ano passado houve muita gente". Um espaço que acaba por ser uma boa educação para a leitura, dentro de uma Feira maior que ofrece de tudo nela. "É um público diferente daquele que vai à livraria e isso é importante", conclui a responsável da Fonte de Letras.
01/09/2007
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A Feira do Livro da Feira da Luz 2007, é um espaço pode, também, adquirir a cultura das letras. Organizada pela 8.ª vez na Feira, pelo segundo ano consecutivo pela Livraria Fonte de Letras, este é um espaço em que pode encontrar títulos de mais de vinte editoras, entre eles os grandes romances da actualidade, muitos livros para crianças e um bom conjunto de retratos históricos, entre muitos outros.
À conversa com Helena Santos, da Fonte de Letras disse-nos que Esta é uma feira que é sempre muito procurada dentro do certame da Luz em Montemor e que "já o ano passado houve muita gente". Um espaço que acaba por ser uma boa educação para a leitura, dentro de uma Feira maior que ofrece de tudo nela. "É um público diferente daquele que vai à livraria e isso é importante", conclui a responsável da Fonte de Letras.
01/09/2007
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Passagem de testemunho na Corrida de amanhã:
José Maria Cortes ciente de que "é uma responsabilidade enorme"
Montemor aplaudira amanhã, Domingo, durante a Corrida de Touros que se realizará na Praça da Cidade, a actuação do Grupo de Forcados de Montemor, com entusiasmo, como é hábito nas Corridas em que estes participam, por todo o país. Mas o dia de amanhã terá um momento tão marcante para o Grupo de Montemor, que até as pegas ficarão para segundo plano. Ricardo Corrêa de Sá, há dez anos (completaria no próximo dia 7, Sexta-Feira)Cabo do Grupo de Forcados de Montemor-o-Novo, dará lugar ao jovem José Maria Cortes, de 24 anos. Este forcado assume, assim, uma responsabilidade enorme que se lhe impõe: continuar a levar o nome de Montemor pelo país e pelo mundo, através da arte de pegar touros.
Numa entrevista conjunta, colocámos frente a frente o resignatário e o seu sucessor, os dois cabos do Grupo de Forcados de Montemor-o-Novo.
Noticias de Montemor (NdM) – Depois de 10 anos como Cabo dos Forcados Amadores de Montemor-o-Novo é agora hora de passar o testemunho. Em jeito de balanço como avalia esta década?
Rodrigo Corrêa de Sá (RCS) – Para já o Grupo de Montemor sempre foi um grupo de eleição na Tauromaquia portuguesa. O meu trabalho é apenas a continuação do trabalho dos outros Cabos, e de todos os Forcados que se fardaram até hoje. Não é o trabalho de uma pessoa, nunca será. Assim como pegar um Touro de caras não é só trabalho de um Forcado. Foram 10 anos intensos, de muita responsabilidade, mas também de muitas alegrias, de muitos êxitos, felizmente. Também de alguns insucessos, porque faz parte. Mas o que nós levamos daqui é que, felizmente, o Grupo de Montemor está saudável, respira saúde. Tem muitos elemento jovens a quererem afirmar-se, muitos afirmados e, tenho a certeza que o Zé Maria, quando assumir, irá dar continuidade a este trabalho de 68 anos e a projectar mais o nome dos Forcados de Montemor e o nome da cidade de Montemor na Tauromaquia portuguesa e mundial.
NdM – Nestes 10 anos há algum momento mais marcante que recorde neste momento?
RCS – São vários os momentos marcantes. A história que vivemos, os momentos em que convivemos, fizeram o conjunto deste 18 anos de Forcado, pois considero também os anos em que não fui cabo. Os momentos angustiantes acabam por ser aqueles que marcam mais e são mais difíceis de esquecer, porque ser Forcado é uma maneira de estar, um modo de vida e não o contrário.
Como forcado tive colegas meus, que se magoaram seriamente, como o Carlos Pegado, o Simão da Veiga, ambos cá de Montemor. Especialmente o Simão em que esteve em causa a vida. E é como digo: ser forcado é um modo de vida e não o contrário. Nestes momentos, tudo o que nos leva a cá a andar, a pegar Touros, a amizade, leva-nos a pensar se valerá a pena para depois passarmos por aquelas situações. Ainda bem que as coisas se resolveram da melhor maneira e o Grupo uniu-se ainda mais.
NdM – Quais são as qualidades que são precisas para se chegar a Cabo?
RCS – O Cabo do Grupo de Montemor é eleito pelos elementos do Grupo actuais. Os membros actuais têm de considerar que ele poderá ser um bom líder. Tem de ser um bom Forcado, um Forcado afirmado, humilde e com vontade, com alegria e disposição para cá estar. Tudo o resto vem por acréscimo. Claro que depois há a parte técnica. O entender mais ou entender menos de touros, o ter jeito para ensinar ou não, mas isso são tudo componentes que se aliam a tudo o resto. O essencial é gostar de cá andar, gostar muito do Grupo de Montemor e ser aceite pelos outros.
NdM - Tudo qualidades que, presumo, se reconhecem ao Zé Maria?
RCS – Sem dúvida, tanto que foi escolhido pelos actuais por unanimidade. A partir dai penso que elas estão reconhecidas. Agora, pertence a ele dar continuidade à escolha que os outros elementos fizeram.
NdM – Depois de passados estes dez anos como Cabo, como é que se continua ligado à Tauromaquia?
RCS – Ligado à Tauromaquia vou estar sempre. Como aficionado em primeiro lugar, aos Touros, mas mais em especial ao Grupo de Montemor. Nunca irei deixar de acompanhar o Grupo. Não com a frequência que acompanho agora, mas sempre como um elemento presente e apoiando-os ao máximo naquilo que eles precisarem. Ligado à Tauromaquia: a minha vida profissional não tem nada a ver com a Tauromaquia, mas tenho outros projectos. Mas espero estar sempre ligado aos Touros.
NdM – Caracterizando o Grupo que deixa, qual é o legado que entrega aos vindouros?
RCS – É difícil de descrever. Um grande grupo de amigos, que sabe pegar Touros. Mas isso, acho, tem sido a postura do Grupo de Montemor desde 1939. O grande legado é aquele que vem sempre passando de Cabo para Cabo, de ano para ano. Um grupo que soube manter os valores, as tradições e que é uma grande escola de vida para todos aqueles que querem participar.
NdM – É a isso que se deve o grande êxito do Grupo de Montemor por todo o país?
RCS – Sem dúvida. Antes de aprender a pegar touros, aprendemos a ser mais homens: a saber estar, a saber conviver e tudo aquilo que passamos em Praça ajuda-nos a passar o dia a dia da nossa vida rotineira.
NdM – Zé Maria: Sente que vai receber uma grande responsabilidade?
José Maria Cortes (JMC) – É uma responsabilidade enorme. O Grupo de Montemor, um dos melhores do país, um dos que tem maior história e tradição na Tauromaquia, leva a que a responsabilidade seja enorme mas também uma grande honra. Vou estar a chefiar um grande grupo de amigos. E espero estar à altura dessa responsabilidade, daquilo que o Grupo é, tentando dar continuidade àquilo que o Rodrigo fez.
NdM - Passou grande parte da sua adolescência a conhecer o Rodrigo como Cabo. É relativamente novo, uma característica também de quase todos os cabos do Grupo de Montemor…
RCS – Eu comecei com 22 anos, o Zé Maria vai entrar com 24, e todos os outros cabos entraram com uma idade nova, o que também é bom para que os cabos ainda sejam forcados no activo.
NdM – Imagino, Zé Maria, que o Cabo Rodrigo de Sá seja uma figura marcante na sua vida de Forcado?
JMC – Se eu sou forcado muito se deve ao Rodrigo e graças ao que o Rodrigo sempre foi e por sempre me ter dito o que é que eu deveria fazer. Ensinar-me a postura e os valores necessários. E se eu hoje sou Forcado muito se deve ao Rodrigo.
NdM – Estava à espera de ser nomeado Cabo?
JMC – Não. Eu nem cheguei a votar...
RCS - A votação é feita por ordem de idades. Quando chegou a altura dele, já aquilo estava decidido. Tinham todos votado no José Maria, e então, depois, pulámos o Zé Maria para os outros.
JMC – Na altura em que se fez a votação eu já estava a espera, porque já tinha falado com o Rodrigo, outro elementos já tinham falado comigo a dizerem que achavam que eu é que deveria ser. Mas foi uma coisa que aconteceu um pouco depois de o Rodrigo anunciar que ia abandonar. Falou-se em alguns nomes. Eu estou a acabar de tirar o curso e o curso que eu estou a tirar não me dá muita disponibilidade de tempo. E eu achei melhor não aceitar. Falei com o Rodrigo, dei algumas razões e o Rodrigo insistiu, achou que deveria ser eu. E eu, se conseguir cumprir os meus horários, facilmente consigo ter tempo para o Grupo.
NdM - Mas era um desejo que tinha?
JMC – Não. Acho que nunca tive. Eu desde que comecei a ser forcado, acho que nunca pensei vir a ser Cabo.
RCS - Nós nunca idealizamos o ser Cabo. Ser cabo é uma coisa que nos surge mas nunca como objectivo…
NdM – Até porque ser Cabo é mais trabalhoso?
RCS – Talvez. Não vou esconder que como Forcado, tinha menos trabalho. Tanto eu como o Zé Maria, quando éramos simplesmente Forcados e mesmo quando somos Cabos continuamos a ser, simplesmente, Forcados, mas não estamos com objectivos de lá chegar. Ser forcado não é como uma carreira militar em que nós queremos ascender sempre a um cargo maior. Por isso é que é minha postura e a postura dos outros cabos de Montemor, e tenho a certeza que será a do Zé Maria, é que nós somos mais um Forcado do Grupo de Montemor, mas alguém tem de ser Cabo. Neste caso somos nós.
NdM – Há até uma ideia que os Cabos acabam por pegar menos. É verdade?
RCS – Eu, nos primeiros anos, ainda estive muito no activo. Mas depois, pela evolução natural das coisas, a coragem vai-se perdendo. Mas senti que era muito mais difícil dar-me um touro a mim mesmo do que quando era o Paulo a dar-me um Touro a mim. Quando o Paulo me dava um Touro a mim, eu ganhava uma coragem ainda maior. Eu pegava no barrete, porque no Grupo de Montemor não se diz que não. Quando era eu a dar o Touro a mim já era uma briga mental maior. Por isso peguei menos nestes últimos anos. Mas a responsabilidade de agora também é outra. Sou pai de família, há alguns compromissos profissionais, e há outras coisas que nos passam pela cabeça que, quando somos novos, quando não temos tantas prioridades, torna-se totalmente diferente.
NdM – Como é que se escolhe um forcado para pegar um Touro?
JMC – Eu fui Cabo dos Juniores e tenho alguma experiência nisso. Depende do Touro, depende dos Forcados que temos à nossa disposição, depende da forma em que está o Forcado, física e psicológica.
RCS – Sobretudo a parte psicológica. O Forcado pode não ser o melhor forcado naquele dia. Nós todos temos os nossos dias e mais do que a parte técnica do Touro, há a parte psicológica em que temos de sondar se o Forcado está nos seus dias ou não. Não é fácil mas é uma gestão muito engraçada e compensadora.
NdM – No Domingo, na Praça de Montemor, vai haver um momento de muita emoção…
RCS – Será um dia muito intenso…
NdM - … que misto de emoções irá sentir, ou já está a sentir?
RCS – Que 18 anos da minha vida ficam para trás. Foram muito importantes para mim, e vão acabar neste momento. Eu sou da opinião que tudo tem um principio, um meio e um fim. E por isso chegou a altura de sair, chegou a altura de outro elemento assumir. Os próprios elementos que lá estão, eles mesmos assumirem o Grupo. Vai ser uma confusão de sentimentos: por um lado, a tristeza, porque é uma parte da minha vida que acaba e por outro lado uma alegria, por tudo o que cá vivi.
NdM – Pergunto o mesmo ao Zé Maria…
JMC – Não sei aquilo que vou sentir na altura. Eu posso ter uma ideia. Antes da corrida vou estar nervoso, pela responsabilidade que vou assumir. Acho que vai ser também uma tristeza por ver o Rodrigo sair, porque todos os anos que estive nos Forcados, passei-os com ele. E vai ser uma alegria por vir a chefiar o Grupo de Montemor, porque é a minha segunda família, onde eu tenho grande parte dos meus amigos.
NdM – Peço ao Rodrigo que dê um conselho ao Zé Maria, já a antecipar a passagem de testemunho.
RCS – Conhecendo o Zé Maria como eu conheço, apenas posso dizer que seja natural, que seja ele mesmo e as coisas surgirão naturalmente. O Zé Maria é um Forcado de pergaminhos afirmados no Grupo. Sabe cativar amigos, sabe partilhar amizade, o resto vem por acréscimo. É aceite pelos outros elementos, por isso está nas mãos dele.
NdM – Uma mensagem do novo Cabo…
JMC – Espero que tudo corra bem. Que o Grupo continue ao mesmo nível que teve enquanto o Rodrigo foi Cabo. E que tanto dentro, como fora de Praça, que o Grupo seja coeso, um grupo de amigos que se sintam muito uns aos outros e que o Grupo mantenha sempre os seus valores e as suas tradições. Espero que acreditem sempre em mim, e se me escolheram é porque acham que sou a pessoa indicada. Que me apoiem e aceitem as minhas decisões.
01/09/2007
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Numa entrevista conjunta, colocámos frente a frente o resignatário e o seu sucessor, os dois cabos do Grupo de Forcados de Montemor-o-Novo.
Noticias de Montemor (NdM) – Depois de 10 anos como Cabo dos Forcados Amadores de Montemor-o-Novo é agora hora de passar o testemunho. Em jeito de balanço como avalia esta década?
Rodrigo Corrêa de Sá (RCS) – Para já o Grupo de Montemor sempre foi um grupo de eleição na Tauromaquia portuguesa. O meu trabalho é apenas a continuação do trabalho dos outros Cabos, e de todos os Forcados que se fardaram até hoje. Não é o trabalho de uma pessoa, nunca será. Assim como pegar um Touro de caras não é só trabalho de um Forcado. Foram 10 anos intensos, de muita responsabilidade, mas também de muitas alegrias, de muitos êxitos, felizmente. Também de alguns insucessos, porque faz parte. Mas o que nós levamos daqui é que, felizmente, o Grupo de Montemor está saudável, respira saúde. Tem muitos elemento jovens a quererem afirmar-se, muitos afirmados e, tenho a certeza que o Zé Maria, quando assumir, irá dar continuidade a este trabalho de 68 anos e a projectar mais o nome dos Forcados de Montemor e o nome da cidade de Montemor na Tauromaquia portuguesa e mundial.
NdM – Nestes 10 anos há algum momento mais marcante que recorde neste momento?
RCS – São vários os momentos marcantes. A história que vivemos, os momentos em que convivemos, fizeram o conjunto deste 18 anos de Forcado, pois considero também os anos em que não fui cabo. Os momentos angustiantes acabam por ser aqueles que marcam mais e são mais difíceis de esquecer, porque ser Forcado é uma maneira de estar, um modo de vida e não o contrário.
Como forcado tive colegas meus, que se magoaram seriamente, como o Carlos Pegado, o Simão da Veiga, ambos cá de Montemor. Especialmente o Simão em que esteve em causa a vida. E é como digo: ser forcado é um modo de vida e não o contrário. Nestes momentos, tudo o que nos leva a cá a andar, a pegar Touros, a amizade, leva-nos a pensar se valerá a pena para depois passarmos por aquelas situações. Ainda bem que as coisas se resolveram da melhor maneira e o Grupo uniu-se ainda mais.
NdM – Quais são as qualidades que são precisas para se chegar a Cabo?
RCS – O Cabo do Grupo de Montemor é eleito pelos elementos do Grupo actuais. Os membros actuais têm de considerar que ele poderá ser um bom líder. Tem de ser um bom Forcado, um Forcado afirmado, humilde e com vontade, com alegria e disposição para cá estar. Tudo o resto vem por acréscimo. Claro que depois há a parte técnica. O entender mais ou entender menos de touros, o ter jeito para ensinar ou não, mas isso são tudo componentes que se aliam a tudo o resto. O essencial é gostar de cá andar, gostar muito do Grupo de Montemor e ser aceite pelos outros.
NdM - Tudo qualidades que, presumo, se reconhecem ao Zé Maria?
RCS – Sem dúvida, tanto que foi escolhido pelos actuais por unanimidade. A partir dai penso que elas estão reconhecidas. Agora, pertence a ele dar continuidade à escolha que os outros elementos fizeram.
NdM – Depois de passados estes dez anos como Cabo, como é que se continua ligado à Tauromaquia?
RCS – Ligado à Tauromaquia vou estar sempre. Como aficionado em primeiro lugar, aos Touros, mas mais em especial ao Grupo de Montemor. Nunca irei deixar de acompanhar o Grupo. Não com a frequência que acompanho agora, mas sempre como um elemento presente e apoiando-os ao máximo naquilo que eles precisarem. Ligado à Tauromaquia: a minha vida profissional não tem nada a ver com a Tauromaquia, mas tenho outros projectos. Mas espero estar sempre ligado aos Touros.
NdM – Caracterizando o Grupo que deixa, qual é o legado que entrega aos vindouros?
RCS – É difícil de descrever. Um grande grupo de amigos, que sabe pegar Touros. Mas isso, acho, tem sido a postura do Grupo de Montemor desde 1939. O grande legado é aquele que vem sempre passando de Cabo para Cabo, de ano para ano. Um grupo que soube manter os valores, as tradições e que é uma grande escola de vida para todos aqueles que querem participar.
NdM – É a isso que se deve o grande êxito do Grupo de Montemor por todo o país?
RCS – Sem dúvida. Antes de aprender a pegar touros, aprendemos a ser mais homens: a saber estar, a saber conviver e tudo aquilo que passamos em Praça ajuda-nos a passar o dia a dia da nossa vida rotineira.
NdM – Zé Maria: Sente que vai receber uma grande responsabilidade?
José Maria Cortes (JMC) – É uma responsabilidade enorme. O Grupo de Montemor, um dos melhores do país, um dos que tem maior história e tradição na Tauromaquia, leva a que a responsabilidade seja enorme mas também uma grande honra. Vou estar a chefiar um grande grupo de amigos. E espero estar à altura dessa responsabilidade, daquilo que o Grupo é, tentando dar continuidade àquilo que o Rodrigo fez.
NdM - Passou grande parte da sua adolescência a conhecer o Rodrigo como Cabo. É relativamente novo, uma característica também de quase todos os cabos do Grupo de Montemor…
RCS – Eu comecei com 22 anos, o Zé Maria vai entrar com 24, e todos os outros cabos entraram com uma idade nova, o que também é bom para que os cabos ainda sejam forcados no activo.
NdM – Imagino, Zé Maria, que o Cabo Rodrigo de Sá seja uma figura marcante na sua vida de Forcado?
JMC – Se eu sou forcado muito se deve ao Rodrigo e graças ao que o Rodrigo sempre foi e por sempre me ter dito o que é que eu deveria fazer. Ensinar-me a postura e os valores necessários. E se eu hoje sou Forcado muito se deve ao Rodrigo.
NdM – Estava à espera de ser nomeado Cabo?
JMC – Não. Eu nem cheguei a votar...
RCS - A votação é feita por ordem de idades. Quando chegou a altura dele, já aquilo estava decidido. Tinham todos votado no José Maria, e então, depois, pulámos o Zé Maria para os outros.
JMC – Na altura em que se fez a votação eu já estava a espera, porque já tinha falado com o Rodrigo, outro elementos já tinham falado comigo a dizerem que achavam que eu é que deveria ser. Mas foi uma coisa que aconteceu um pouco depois de o Rodrigo anunciar que ia abandonar. Falou-se em alguns nomes. Eu estou a acabar de tirar o curso e o curso que eu estou a tirar não me dá muita disponibilidade de tempo. E eu achei melhor não aceitar. Falei com o Rodrigo, dei algumas razões e o Rodrigo insistiu, achou que deveria ser eu. E eu, se conseguir cumprir os meus horários, facilmente consigo ter tempo para o Grupo.
NdM - Mas era um desejo que tinha?
JMC – Não. Acho que nunca tive. Eu desde que comecei a ser forcado, acho que nunca pensei vir a ser Cabo.
RCS - Nós nunca idealizamos o ser Cabo. Ser cabo é uma coisa que nos surge mas nunca como objectivo…
NdM – Até porque ser Cabo é mais trabalhoso?
RCS – Talvez. Não vou esconder que como Forcado, tinha menos trabalho. Tanto eu como o Zé Maria, quando éramos simplesmente Forcados e mesmo quando somos Cabos continuamos a ser, simplesmente, Forcados, mas não estamos com objectivos de lá chegar. Ser forcado não é como uma carreira militar em que nós queremos ascender sempre a um cargo maior. Por isso é que é minha postura e a postura dos outros cabos de Montemor, e tenho a certeza que será a do Zé Maria, é que nós somos mais um Forcado do Grupo de Montemor, mas alguém tem de ser Cabo. Neste caso somos nós.
NdM – Há até uma ideia que os Cabos acabam por pegar menos. É verdade?
RCS – Eu, nos primeiros anos, ainda estive muito no activo. Mas depois, pela evolução natural das coisas, a coragem vai-se perdendo. Mas senti que era muito mais difícil dar-me um touro a mim mesmo do que quando era o Paulo a dar-me um Touro a mim. Quando o Paulo me dava um Touro a mim, eu ganhava uma coragem ainda maior. Eu pegava no barrete, porque no Grupo de Montemor não se diz que não. Quando era eu a dar o Touro a mim já era uma briga mental maior. Por isso peguei menos nestes últimos anos. Mas a responsabilidade de agora também é outra. Sou pai de família, há alguns compromissos profissionais, e há outras coisas que nos passam pela cabeça que, quando somos novos, quando não temos tantas prioridades, torna-se totalmente diferente.
NdM – Como é que se escolhe um forcado para pegar um Touro?
JMC – Eu fui Cabo dos Juniores e tenho alguma experiência nisso. Depende do Touro, depende dos Forcados que temos à nossa disposição, depende da forma em que está o Forcado, física e psicológica.
RCS – Sobretudo a parte psicológica. O Forcado pode não ser o melhor forcado naquele dia. Nós todos temos os nossos dias e mais do que a parte técnica do Touro, há a parte psicológica em que temos de sondar se o Forcado está nos seus dias ou não. Não é fácil mas é uma gestão muito engraçada e compensadora.
NdM – No Domingo, na Praça de Montemor, vai haver um momento de muita emoção…
RCS – Será um dia muito intenso…
NdM - … que misto de emoções irá sentir, ou já está a sentir?
RCS – Que 18 anos da minha vida ficam para trás. Foram muito importantes para mim, e vão acabar neste momento. Eu sou da opinião que tudo tem um principio, um meio e um fim. E por isso chegou a altura de sair, chegou a altura de outro elemento assumir. Os próprios elementos que lá estão, eles mesmos assumirem o Grupo. Vai ser uma confusão de sentimentos: por um lado, a tristeza, porque é uma parte da minha vida que acaba e por outro lado uma alegria, por tudo o que cá vivi.
NdM – Pergunto o mesmo ao Zé Maria…
JMC – Não sei aquilo que vou sentir na altura. Eu posso ter uma ideia. Antes da corrida vou estar nervoso, pela responsabilidade que vou assumir. Acho que vai ser também uma tristeza por ver o Rodrigo sair, porque todos os anos que estive nos Forcados, passei-os com ele. E vai ser uma alegria por vir a chefiar o Grupo de Montemor, porque é a minha segunda família, onde eu tenho grande parte dos meus amigos.
NdM – Peço ao Rodrigo que dê um conselho ao Zé Maria, já a antecipar a passagem de testemunho.
RCS – Conhecendo o Zé Maria como eu conheço, apenas posso dizer que seja natural, que seja ele mesmo e as coisas surgirão naturalmente. O Zé Maria é um Forcado de pergaminhos afirmados no Grupo. Sabe cativar amigos, sabe partilhar amizade, o resto vem por acréscimo. É aceite pelos outros elementos, por isso está nas mãos dele.
NdM – Uma mensagem do novo Cabo…
JMC – Espero que tudo corra bem. Que o Grupo continue ao mesmo nível que teve enquanto o Rodrigo foi Cabo. E que tanto dentro, como fora de Praça, que o Grupo seja coeso, um grupo de amigos que se sintam muito uns aos outros e que o Grupo mantenha sempre os seus valores e as suas tradições. Espero que acreditem sempre em mim, e se me escolheram é porque acham que sou a pessoa indicada. Que me apoiem e aceitem as minhas decisões.
01/09/2007
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Instituições apresentam-se na Feira:
O local idela para mostrar serviço
São muito os exemplos de Instituições montemorense que estão presentes na Feira da Luz 2007, ocupando um espaço nos pavilhões. Os principais objectivos prendem-se com a necessidade de estas associações se mostrarem ao público para se darem a conhecer e, também, com a tentativa de angariação de alguns fundos. Isso acontece, grande parte das vezes com a venda de produtos diversos à venda de rifas, ou até, como encontrámos no stand da santa Casa da Misericórdia, com alguns jogos que dão prémios. Neste Stand, falámos com Renata que nos explicou que ali se pode encontrar um pouco d etudo, como "colares, porta-chaves, canetas, réguas, t-shirts".
Também ali podem jogar dois jogos, os visitantes. Por um euro podem escolher entre o Jogo da Solidariedade ou o jogo dos Talegos. Escusado será dizer que nestes jogos a velha máxima do "Sai sempre" está presente, por isso ninguém sai de mãos a abanar.
No jogo da solidariedade são escolhidos pequenos envelopes que guardam um papel com uma palavra, por exemplo, solidariedade. A partir dai o jogo processa-se dentro do stand, sendo que o visitante deverá percorrer um itinerário até chegar ao pre´mio final. No jogo dos talegos a coisa é mais fácil: apenas é necessário retirar um papel de um talego e ver a cor.
Muitos dos trabalhos ali expostos são feitos pelos idosos do lar da Misericórdia, pelas crianças do ATL e pelos idosos do Centro de Dia. Também ali pode encontrar algumas edições da Santa Casa da Misericórdia, de livros.
Mais à frente fomos encontrar a Associação cultural Ensemble Montemor. Ali estava um membro da direcção, não músico,referenciou logo de inicio, não fosse o repóretr entrar por questões técnicas de música. Mas o objectivo era olhar para aquela Associação que, depois de alguns anos ligada ao Grupo dos Amigos de Montemor se emancipou à cerca de um ano e é agora um Associação legal, sem fins lucrativos. Ainda no mês de Setembro vão poder mudar-se, de mala s e bagagens para asua nova sede e os objectivos de alargar a Associação para lá da música estão na mente da direcção, em particular em algum p+rojecto ligado à dança. Quem nos conta isto tudo é Manuel MAdaleno, que nos refere que "os apoios da Câmara Muncipal de Montemor são muito importantes, bem como de outras instituições da cidade, e estamos ligados à música. Temos cerca de 24 professores credenciados de Música a trabalhar connosco, e estamos a colaborar com as escolas de ensino Básico nas horas extra-curriculares de música. Esse apoio é dado, neste momento, não só no concelho de Montemor, bem como em Palmela, Torres Vedras e no Concelho de Évora e Arraiolos também. Trabalhamos com cerca de 500 crianças e jovens, neste momento".
Ali, no Stand da Ensemble, poderá encontrar alguns objectos para venda, em que o dinheiro irá ajudar esta Associação, na sua nova sede e com os professores que têm de ser remunerados.
Outras vendas se fazem no pavilhão de outra Associação, esta já com dez ano, a Ciranda. Paula Pereira, enquanto faz um colar de missangas, responde a Noticias de Montemor e conta-nos que a Ciranda "é uma associação de várias pessoas que têm habilidade para fazer alguma coisa, tudo feito à mão com materiais desde a verga, à cortiça, ao fio, tudo quanto s epossa fazer à mão".
Ali, naquele espaço, onde a arte está a cada canto pode encontrar "pequenos trabalhos feitos em casca de cebola, de milho. Bijuteria de vários materiais, pinturas à mão, telhas pintadas. Cortiças. Um trabalho que é inédito dentro do país, que é feito com a reciclagem de coisas do campo. Tudo o que se possa imaginar que possa ser feito à mão está aqui", exlica Paula, que refere que o movimento nos primeiros dois dias de feira foi bastante bom "e pode continuar a ser assim".
Muito mais há para visitar na Feira da Luz. Por isso, vá até lá.
31/08/2007
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Também ali podem jogar dois jogos, os visitantes. Por um euro podem escolher entre o Jogo da Solidariedade ou o jogo dos Talegos. Escusado será dizer que nestes jogos a velha máxima do "Sai sempre" está presente, por isso ninguém sai de mãos a abanar.
No jogo da solidariedade são escolhidos pequenos envelopes que guardam um papel com uma palavra, por exemplo, solidariedade. A partir dai o jogo processa-se dentro do stand, sendo que o visitante deverá percorrer um itinerário até chegar ao pre´mio final. No jogo dos talegos a coisa é mais fácil: apenas é necessário retirar um papel de um talego e ver a cor.
Muitos dos trabalhos ali expostos são feitos pelos idosos do lar da Misericórdia, pelas crianças do ATL e pelos idosos do Centro de Dia. Também ali pode encontrar algumas edições da Santa Casa da Misericórdia, de livros.
Ali, no Stand da Ensemble, poderá encontrar alguns objectos para venda, em que o dinheiro irá ajudar esta Associação, na sua nova sede e com os professores que têm de ser remunerados.
Ali, naquele espaço, onde a arte está a cada canto pode encontrar "pequenos trabalhos feitos em casca de cebola, de milho. Bijuteria de vários materiais, pinturas à mão, telhas pintadas. Cortiças. Um trabalho que é inédito dentro do país, que é feito com a reciclagem de coisas do campo. Tudo o que se possa imaginar que possa ser feito à mão está aqui", exlica Paula, que refere que o movimento nos primeiros dois dias de feira foi bastante bom "e pode continuar a ser assim".
Muito mais há para visitar na Feira da Luz. Por isso, vá até lá.
31/08/2007
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Duas noites, dois concertos:
Palco Principal aplaudido
A segunda noite da Feira da Luz trouxe até Montemor uns seres de outro mundo que tiveram, aqui na cidade da “luz” durante seis dias, uma actuação que não irão esquecer por muito tempo. Com cinco regressos a palco em que, dois deles, não estavam programados nos encores, os Blasted Mechanism puseram ao rubro um recinto que se encheu para vibrar ao som de “Sound and Light”, o último trabalho destes portugueses que, há 12 anos, vêm conquistando fãs por todo o país. Há mistura com sucessos de outros trabalhos os “Blasted” não tiveram motivos para sair de Montemor com má impressão do público que aqui os recebeu. Sempre entusiasmado, a aplaudir, com vontade de cantar e dançar.
Este foi apenas o segundo concerto desta Feira da Luz, que começou, em termos musicais, na noite anterior, dia 29 de Agosto, quarta-feira, com uma excelente actuação de André Sardet. Num concerto género “Show case” acabou por embalar as centenas de pessoas que se juntaram para ouvirem o seu “Acústico” mas, acima de tudo, por “Feitiço”, música que continua a cativar todos aqueles que ouvem André Sardet.
Menos público do que o esperado neste primeiro concerto da Feira, mas ainda assim recinto bem composto.
Na continuação dos concertos, esta noite, Sexta-Feira, é noite de fado, com Inês Villa Lobos, sendo que a música cantada regressa no Domingo, com Sérgio Godinho a voltar a Montemor.
Na Segunda-Feira, a última noite da Feira, Pedro Abrunhosa faz as honras da casa. O portuense anda, mais uma vez em tourné visita Montemor pela segunda vez.
31/08/2007
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Menos público do que o esperado neste primeiro concerto da Feira, mas ainda assim recinto bem composto.
Na continuação dos concertos, esta noite, Sexta-Feira, é noite de fado, com Inês Villa Lobos, sendo que a música cantada regressa no Domingo, com Sérgio Godinho a voltar a Montemor.
Na Segunda-Feira, a última noite da Feira, Pedro Abrunhosa faz as honras da casa. O portuense anda, mais uma vez em tourné visita Montemor pela segunda vez.
31/08/2007
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Noticiasde Montemor errou:
José Roza e não António Rozas
Na Noticia "Ano novo discurso antigo" a certa altura é dito: "Quando se referiu a um outro grande investimento que estava previsto para a Zona Industrial recordou a morte do advogado Montemorense António Rozas...". O nome que deve constar não é António Rozas mas sim José Roza.
Pelo erro o nosso pedido de desculpas e à família enlutada o nosso sentimento de pesar.
31/08/2007
Na Noticia "Ano novo discurso antigo" a certa altura é dito: "Quando se referiu a um outro grande investimento que estava previsto para a Zona Industrial recordou a morte do advogado Montemorense António Rozas...". O nome que deve constar não é António Rozas mas sim José Roza.
Pelo erro o nosso pedido de desculpas e à família enlutada o nosso sentimento de pesar.
31/08/2007
À noite também há festa:
Feira da Luz By Night
O Rugby Clube de Montemor vai, mais uma vez, marcar presença na Feira da Luz, que se insere nas festas da cidade de Montemor-o-Novo, com uma tenda-bar no recinto da Apormor, onde decorre a Expomor. Pioneiro neste evento, onde marcou presença pela primeira vez à 12 anos, O RCM apresenta este ano um cartaz de qualidade, num ano em que a feira tem mais dois dias de duração.
Para dia 29 de Agosto, dia de abertura, os DJ's Pardal (residente) e Dr. Alternative, ao mesmo tempo que decorre um encontro de Djembes.
Para dia 30 de Agosto, o primeiro concerto, levado a cabo pelos TRAFFIC JAM, dando continuidade à noite o DJ Kosta.
Na sexta-feira, dia 31 Agosto, concerto com os B.L.O.G., ficando a mesa de mistura novamente a cargo do DJ Pardal.
Para dia 1 de Setembro, último concerto do evento, agendado com os ZEBRA e DJ Viktor Barros.
Dia 2 Setembro, espectaculo de Sevilhanas e Dj Pardal. O último dia do evento fica marcado exclusivamente para o Dj Pardal.
O espaço CHILL-OUT vai renascer novamente, após o sucesso do ano passado, onde poderá descansar enquanto saboreia a sua bebida.
A grande novidade deste ano é a TASQUINHA RCM, um espaço onde poderá, entre outras coisas, saborear deliciosos enchidos ou memsmo um prato de carne do alguidar, acompanhado por um óptimo vinho tinto.
30/08/2007
O Rugby Clube de Montemor vai, mais uma vez, marcar presença na Feira da Luz, que se insere nas festas da cidade de Montemor-o-Novo, com uma tenda-bar no recinto da Apormor, onde decorre a Expomor. Pioneiro neste evento, onde marcou presença pela primeira vez à 12 anos, O RCM apresenta este ano um cartaz de qualidade, num ano em que a feira tem mais dois dias de duração.
Para dia 29 de Agosto, dia de abertura, os DJ's Pardal (residente) e Dr. Alternative, ao mesmo tempo que decorre um encontro de Djembes.
Para dia 30 de Agosto, o primeiro concerto, levado a cabo pelos TRAFFIC JAM, dando continuidade à noite o DJ Kosta.
Na sexta-feira, dia 31 Agosto, concerto com os B.L.O.G., ficando a mesa de mistura novamente a cargo do DJ Pardal.
Para dia 1 de Setembro, último concerto do evento, agendado com os ZEBRA e DJ Viktor Barros.
Dia 2 Setembro, espectaculo de Sevilhanas e Dj Pardal. O último dia do evento fica marcado exclusivamente para o Dj Pardal.
O espaço CHILL-OUT vai renascer novamente, após o sucesso do ano passado, onde poderá descansar enquanto saboreia a sua bebida.
A grande novidade deste ano é a TASQUINHA RCM, um espaço onde poderá, entre outras coisas, saborear deliciosos enchidos ou memsmo um prato de carne do alguidar, acompanhado por um óptimo vinho tinto.
30/08/2007
Preocupação com o Ambiente:
Para além disso e como incentivo a que as pessoas, cada vez mais, reciclem o seu lixo, este espaço de sensibilização vai oferecer 50 eco-pontos por dia, a quem se inscrever, todos os dias, para um sorteio que se realiza, a partir de hoje, às 21 horas. Para se habilitar basta inscrever-se na roloute da GESAMB, a partir das 18 horas, sendo que no sábado e domingo pode fazê-lo a partir das 16 horas.
Ganhar e reciclarPara a Ana Alves “as pessoas estão cada vez mais sensibilizadas, felizmente, para as questões das reciclagem. Têm ainda algumas dúvidas sobre os materiais que podem reciclar mas, de uma maneira geral, as pessoas já têm mais ou menos uma ideia de que, pelo menos, existem três contentores diferentes”, conta com um sorriso.
Para a responsável do espaço, as crianças são as mais sensibilizadas, na actualidade, para estas questões. E conta uma curiosidade: “aqui, em Montemor, estamos a fazer por sorteio, os eco-pontos. Mas noutros concelhos as pessoas só tinham de responder a um questionário de três perguntas e, se acertassem nas três, ganhavam um eco-ponto. Normalmente levavam ou o filho, ou o neto, porque eles sabem responder àquilo tudo”.
30/08/2007
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Oficina da Criança na Feira da Luz:
Cinema de animação é novidade
Durante a Feira da Luz são muitos os espaços que se dedicam à sensibilização e à arte. Um desses espaços é aquele que leva alguns dos trabalhos das crianças da Oficina da Criança para serem expostos. Em particular os trabalhos realizados durante as férias de Verão têm este ano uma presença temática sobre “A maior flor do mundo”. Em rápida conversa com Teresinha Tavares, responsável pela Oficina da Criança, foi-nos explicado o pequeno espaço da feira deste ano sendo que “é o resultado dos trabalhos realizados pelas crianças nas férias de verão, em Julho e Agosto, que estiveram na Oficina a realizar os seus projectos. Desenvolvemos dois ateliers: um de linogravura, que são as técnicas de impressão, em que contamos uma história d’A maior flor do mundo”.
Esta técnica da linogravura está apresentada no lado direito do pavilhão, quando se entra. Já do lado esquerdo pode encontrar, quem entra, esculturas em arame. Mas a grande novidade, este ano, são duas salas em que estarão a ser apresentados, sistematicamente, filmes de animação feitos pelas crianças da Oficina, que utilizaram técnicas bastante avançadas e complexas, já, para aquilo que era esperado. “As crianças tiveram algum contacto com estas técnicas, de imagem animada. Brincámos com desenhos e objectos, desenhos, recortes, barro, areia, e inventamos histórias. Tiveram oportunidade de treinar a animação, a criatividade”, explica Teresinha.
Um espaço a visitar na Feira da Luz 2007.
30/08/2007
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Esta técnica da linogravura está apresentada no lado direito do pavilhão, quando se entra. Já do lado esquerdo pode encontrar, quem entra, esculturas em arame. Mas a grande novidade, este ano, são duas salas em que estarão a ser apresentados, sistematicamente, filmes de animação feitos pelas crianças da Oficina, que utilizaram técnicas bastante avançadas e complexas, já, para aquilo que era esperado. “As crianças tiveram algum contacto com estas técnicas, de imagem animada. Brincámos com desenhos e objectos, desenhos, recortes, barro, areia, e inventamos histórias. Tiveram oportunidade de treinar a animação, a criatividade”, explica Teresinha.
Um espaço a visitar na Feira da Luz 2007.
30/08/2007
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Feira da Luz começa:
Ano novo discurso antigo
Os tempos são de estagnação, social, económica e até politica. A grande novidade deste ano são os dois dias a mais e pouco mais que isso. Em termos de espaço físico, algumas tasquinhas criam um novo espaço, que se espera movimentado durante o fim-de-semana.
Já o discurso de abertura pouco havia a dizer de novo relativamente ao ano passado. Pinto de Sá não trouxe grande novidades nem promessas de abertura de nenhum grande empreendimento para o ano que ai vem, até Setembro do ano que vem. Anunciou investimentos menores, sem especificar nenhum, que irão, segundo a edilidade, criar mais 90 postos de trabalho e referiu-se à fábrica de transformação de cortiça e a uma empresa de frio instaladas, já, na ADUA que criam 60 postos de trabalho.
Quando se referiu a um outro grande investimento que estava previsto para a Zona Industrial recordou a morte do advogado Montemorense António Rozas, que faleceu esta semana, e era presidente da Fundação Terra Mãe que queria construir aqui, em Montemor, um parque temático. Projecto que está, neste momento, segundo o Presidente da Câmara de Montemor, parado pelo motivo da morte de Rozas. Resta saber se será retomado.
Quando ao certame, Pinto de Sá quis demonstrar que a Feira da Luz está maior e mais forte, referindo-se a 200 expositores, não contando os feirantes, a seis dias de festa que querem ser o piloto de algo maior para o futuro (deixando entender, nas entrelinhas, que o acrescento de dias à feira pode não ficar por aqui), à criação da zona das tasquinhas, ao programa cultural, desportivo e técnico.
Valorizou o trabalho da APORMOR na organização da ExpoMor, ligada a esta Feira da Luz há 10 anos, olhando para o passado como um caminho que se fez entre duas instituições “que conseguiram colocar as suas divergências de parte” para montar o certame que agora é oferecido a todos os que visitem a Feira da Luz/ExpoMor, referindo à APORMOR e à Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.
Continuou a denunciar as más condições de vida que o Governo Socialista está a oferecer ao povo português, referindo que os montemorenses continuarão a lutar e a denunciar as injustiças.
Vamos à Festa, terminou por dizer. E assim foi.
30/08/2007
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Já o discurso de abertura pouco havia a dizer de novo relativamente ao ano passado. Pinto de Sá não trouxe grande novidades nem promessas de abertura de nenhum grande empreendimento para o ano que ai vem, até Setembro do ano que vem. Anunciou investimentos menores, sem especificar nenhum, que irão, segundo a edilidade, criar mais 90 postos de trabalho e referiu-se à fábrica de transformação de cortiça e a uma empresa de frio instaladas, já, na ADUA que criam 60 postos de trabalho.
Quando se referiu a um outro grande investimento que estava previsto para a Zona Industrial recordou a morte do advogado Montemorense António Rozas, que faleceu esta semana, e era presidente da Fundação Terra Mãe que queria construir aqui, em Montemor, um parque temático. Projecto que está, neste momento, segundo o Presidente da Câmara de Montemor, parado pelo motivo da morte de Rozas. Resta saber se será retomado.
Quando ao certame, Pinto de Sá quis demonstrar que a Feira da Luz está maior e mais forte, referindo-se a 200 expositores, não contando os feirantes, a seis dias de festa que querem ser o piloto de algo maior para o futuro (deixando entender, nas entrelinhas, que o acrescento de dias à feira pode não ficar por aqui), à criação da zona das tasquinhas, ao programa cultural, desportivo e técnico.
Valorizou o trabalho da APORMOR na organização da ExpoMor, ligada a esta Feira da Luz há 10 anos, olhando para o passado como um caminho que se fez entre duas instituições “que conseguiram colocar as suas divergências de parte” para montar o certame que agora é oferecido a todos os que visitem a Feira da Luz/ExpoMor, referindo à APORMOR e à Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.
Continuou a denunciar as más condições de vida que o Governo Socialista está a oferecer ao povo português, referindo que os montemorenses continuarão a lutar e a denunciar as injustiças.
Vamos à Festa, terminou por dizer. E assim foi.
30/08/2007
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Quando o povo não quer…
Democracia não é a voz do povo?
Enquanto assistia à cerimónia de abertura da Feira da Luz 2007, ontem à noite, no Parque de Feiras e Exposições de Montemor-o-Novo, não pude deixar de pensar em algo que pode parecer já uma teima, uma embirração, mas não é: é apenas a constatação de um facto.
Antes do discurso da praxe, de todos os anos, em que se marca a reentre politica do executivo da Câmara Municipal, o quarteto de metais da Sociedade Carlista tocou quatro peças (ou terão sido cinco?). Não colocando em causa o excelente desempenho dos quatro músicos, que nos deram um momento de música único, esta não deixa de ser a minha opinião. E é a opinião de mais meia dúzia dos que estavam presentes. Porque a grande maioria dos que estavam presentes naquela sessão de abertura, ao segundo tema, desistiram de ouvir. Em redor só se ouvia vozes de pessoas, conversando amenamente uns com os outros, não ligando minimamente ao que se estava a passar no palco. Ao quarto tema uma vez vinda da Fanfarra dos Bombeiros perguntou: “Isto não acaba?”.
Ninguém, senhores responsáveis… ninguém estava a ligar “pevas” ao que se estava a passar em termos musicais.
E isto leva-me à segunda parte. Senhor Presidente e senhores vereadores. Sabemos que uma das grandes bandeiras de Montemor é a cultura. Sabemos o quento se investe em tudo o que tenha a ver com essa área. Mas parece que há uma coisa que ainda não se percebeu. Pode-se dar todo o tipo de cultura a uma população, pode oferecer-se até o acesso a que as pessoas tenham conhecimentos sobre o que é cultura, como se deve viver culturalmente mas… não se pode, nem deve, obrigar uma população a gostar daquilo que uma Câmara acha que é o mais correcto culturalmente falando.
Aquelas pessoas fizeram ontem corpo presente, mais nada, porque, lá longe, estava o espírito deles. Talvez (talvez!) a pensarem onde teriam de se deslocar para ver o Quim Barreiros ou o Tony Carreira. Porque, quer gostem, nos Paços do Concelho, ou não, é isso que o povo está preparado para ouvir e gosta de ouvir. E não se educa para outro tipo de cultura “afinfando” a rodos outro tipo de cultura e “agora, gostem”. Não é assim que se educa culturalmente e nunca se terão resultados assim.
Boa Feira da Luz 2007 para todos
30/08/2007
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Enquanto assistia à cerimónia de abertura da Feira da Luz 2007, ontem à noite, no Parque de Feiras e Exposições de Montemor-o-Novo, não pude deixar de pensar em algo que pode parecer já uma teima, uma embirração, mas não é: é apenas a constatação de um facto.
Antes do discurso da praxe, de todos os anos, em que se marca a reentre politica do executivo da Câmara Municipal, o quarteto de metais da Sociedade Carlista tocou quatro peças (ou terão sido cinco?). Não colocando em causa o excelente desempenho dos quatro músicos, que nos deram um momento de música único, esta não deixa de ser a minha opinião. E é a opinião de mais meia dúzia dos que estavam presentes. Porque a grande maioria dos que estavam presentes naquela sessão de abertura, ao segundo tema, desistiram de ouvir. Em redor só se ouvia vozes de pessoas, conversando amenamente uns com os outros, não ligando minimamente ao que se estava a passar no palco. Ao quarto tema uma vez vinda da Fanfarra dos Bombeiros perguntou: “Isto não acaba?”.
Ninguém, senhores responsáveis… ninguém estava a ligar “pevas” ao que se estava a passar em termos musicais.
E isto leva-me à segunda parte. Senhor Presidente e senhores vereadores. Sabemos que uma das grandes bandeiras de Montemor é a cultura. Sabemos o quento se investe em tudo o que tenha a ver com essa área. Mas parece que há uma coisa que ainda não se percebeu. Pode-se dar todo o tipo de cultura a uma população, pode oferecer-se até o acesso a que as pessoas tenham conhecimentos sobre o que é cultura, como se deve viver culturalmente mas… não se pode, nem deve, obrigar uma população a gostar daquilo que uma Câmara acha que é o mais correcto culturalmente falando.
Aquelas pessoas fizeram ontem corpo presente, mais nada, porque, lá longe, estava o espírito deles. Talvez (talvez!) a pensarem onde teriam de se deslocar para ver o Quim Barreiros ou o Tony Carreira. Porque, quer gostem, nos Paços do Concelho, ou não, é isso que o povo está preparado para ouvir e gosta de ouvir. E não se educa para outro tipo de cultura “afinfando” a rodos outro tipo de cultura e “agora, gostem”. Não é assim que se educa culturalmente e nunca se terão resultados assim.
Boa Feira da Luz 2007 para todos
30/08/2007
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Montemorenses concordam com aumento de dois dias à Feira da Luz:
Alguns acham que devia ser maior
O inquérito que levámos a efeito durante os últimos dias, sobre a Feira da Luz, indica-nos que boa parte dos votantes concorda com o aumento para seis dias da Feira da Luz.
Segundo o nosso questionário 58% dos votantes são a favor deste acrescento, sendo que apenas 13% acham que não devia aumentar. Também 13% concordam em que a Feira ainda devia ser maior (mais dois dias ainda).
16% consideraram que quatro dias já eram mais que suficinetes para s efartarem, pelo que mais dois ainda vais ser uma "seca" maior.

Ainda relativamente ao cartaz musical da Feira, 41% dos que votaram concordam que é bom, sendo que apenas 7% o consideram excelente.O razoável e o mau ficaram, cada um, com 21 % dos votos. Péssimo, Bom mas podia ser melhor e Não me chama a atenção em nada, empaaram com 3%. No global os votos estão divididos entre uma apreciação positiva e negativa.

29/08/2007
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O inquérito que levámos a efeito durante os últimos dias, sobre a Feira da Luz, indica-nos que boa parte dos votantes concorda com o aumento para seis dias da Feira da Luz.
Segundo o nosso questionário 58% dos votantes são a favor deste acrescento, sendo que apenas 13% acham que não devia aumentar. Também 13% concordam em que a Feira ainda devia ser maior (mais dois dias ainda).
16% consideraram que quatro dias já eram mais que suficinetes para s efartarem, pelo que mais dois ainda vais ser uma "seca" maior.
Ainda relativamente ao cartaz musical da Feira, 41% dos que votaram concordam que é bom, sendo que apenas 7% o consideram excelente.O razoável e o mau ficaram, cada um, com 21 % dos votos. Péssimo, Bom mas podia ser melhor e Não me chama a atenção em nada, empaaram com 3%. No global os votos estão divididos entre uma apreciação positiva e negativa.
29/08/2007
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Feira da Luz começa amanhã:
Primeira vez com 6 dias
A Feira da Luz 2007 começa amanhã, oficialmente, pelas 21 horas, no palco principal da Feira. Ali se fará a rentré do executivo, depois das férias, sendo que, como é habitual, ali será feito um balanço do trabalho da Câmara e projectos futuros. Espera-se ouvir Pinto Sá, Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, contra-atacar as politicas do Governo socialista, sendo que não se espera grande novidade no que a projectos para o próximo ano, possa dizer respeito.
A grande novidade da Feira da Luz este ano, começa mesmo no dia em que começa, sendo que mais dois dias foram acrescentados ao certame. Aguarda-se a reacção do público visitante a este aumento.
Quanto a outras novidades no recinto da feira aparecerão espaços ligados ao lazer, como o espaço de insufláveis ou de desportos aventura, que farão a delícia de miúdos e graúdos.
A continuação da parceria com a APORMOR ficará marcada pela realização de alguns colóquios e concursos. A começar na sexta-feira, dia 31 de Agosto, com o concurso de Alfeires (primales) pelas 10.00h. Pelas 10.30h, um colóquio sob o tema “Conversas de Montanheira”. Os dois eventos são nas instalações da APORMOR.
No Sábado, dia 1 de Setembro, realiza-se o III Passeio a Cavalo, partindo os participantes de junto da Praça de Touros pelas 9.00h. Ainda no Sábado realiza-se o Concurso de Ovinos Merino Preto Precoce, pelas 10.00h nas instalações da APORMOR.
Na segunda-feira, dia 3 de Setembro, realiza-se um último colóquio organizado pela APORMOR, dedicado ao tema da “Agricultura de Conservação e Sementeira Directa em culturas arvenses”.
Um outro concurso bastante reconhecido, já, irá realizar-se na sexta-feira, no auditório do Palco, organizado pelo Montemormel – Associação de Apicultores do concelho de Montemor-o-Novo. O IX Concurso de Mel do concelho, que terá a sua entrega de prémios no sábado, dia 1 de Setembro, a seguir a um colóquio que se realizará pelas 10.00h no Auditório da nova Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Vila. O Tema do colóquio será “Registo de Unidades de Produção Primária de Mel e outros Produtos Apícolas, Cuidados a observar na sua instalação”.
Dentro do programa desportivo, para além do espaço de Desporto de Aventura, que estará aberto ao longo da feira, realiza-se o X Concurso de Saltos – Categoria C no Centro Hípico D. Duarte, a partir das 16 horas nos dois dias.
Também no mesmo dia, pelas 17 horas, realiza-se o torneio de Malha, no recinto da Feira.
No Domingo, dia 2 de Setembro, pelas 9.00h, realiza-se o 3.º Concurso de Pesca à Linha “Cidade de Montemor-o-Novo”, na Barragem do Divor.
Pela mesma hora haverá o 14.º Passeio de Cicloturismo que ligará Montemor a S. Mateus, Escoural, S. Brissos e Montemor. A cocentração será nas piscinas municipais e é organizado pelo grupo de cicloturismo de Montemor-o-Novo.
Na segunda-feira, 3 de Setembro, pelas 15.30h, realiza-se um Festival de Natação, nas Piscinas Municipais Recreativas.
No campo cultural realiza-se a Feira do Livro, organizada pela Fonte de Letras, onde haverá, sexta-feira, dia 31 de Agosto, pelas 19.00h, a apresentação de um livro de Eduardo M Raposo, por Manuel Casa Branca e Alexandre Pirata, de título Canto de intervenção – 1960-1974”.
No Domingo, também no recinto da Feira, pelas 18.30h, realiza-se uma “Corrida Mirabolante” pelo Teatro Extremo, uma animação de rua que promete dar um bom momento a todos.
Na área tauromáquica é muita a oferta. Para além das corridas que já noticiámos (ver aqui), haverá largadas, organizadas pelos Bombeiros Voluntários, na sexta, sábado e domingo, na arena contruida ao lado da Praça de Touros de Montemor. Sempre a partir da meia-noite.
Também a animação nocturna está garantida, com os bares a estarem presentes no recinto da Feira, junto à sede da APORMOR, nos seis dias de Feira, bem como à saida da cidade para o lado de Évora a Arraiolos, onde se irá realizar nestes dias de feira a Summer Party 2007, que promete prolongar a festa pela noite dentro.
Seis dias para descobrir… Montemor
28/08/2007
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A Feira da Luz 2007 começa amanhã, oficialmente, pelas 21 horas, no palco principal da Feira. Ali se fará a rentré do executivo, depois das férias, sendo que, como é habitual, ali será feito um balanço do trabalho da Câmara e projectos futuros. Espera-se ouvir Pinto Sá, Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, contra-atacar as politicas do Governo socialista, sendo que não se espera grande novidade no que a projectos para o próximo ano, possa dizer respeito.
A grande novidade da Feira da Luz este ano, começa mesmo no dia em que começa, sendo que mais dois dias foram acrescentados ao certame. Aguarda-se a reacção do público visitante a este aumento.
Quanto a outras novidades no recinto da feira aparecerão espaços ligados ao lazer, como o espaço de insufláveis ou de desportos aventura, que farão a delícia de miúdos e graúdos.
A continuação da parceria com a APORMOR ficará marcada pela realização de alguns colóquios e concursos. A começar na sexta-feira, dia 31 de Agosto, com o concurso de Alfeires (primales) pelas 10.00h. Pelas 10.30h, um colóquio sob o tema “Conversas de Montanheira”. Os dois eventos são nas instalações da APORMOR.
No Sábado, dia 1 de Setembro, realiza-se o III Passeio a Cavalo, partindo os participantes de junto da Praça de Touros pelas 9.00h. Ainda no Sábado realiza-se o Concurso de Ovinos Merino Preto Precoce, pelas 10.00h nas instalações da APORMOR.
Na segunda-feira, dia 3 de Setembro, realiza-se um último colóquio organizado pela APORMOR, dedicado ao tema da “Agricultura de Conservação e Sementeira Directa em culturas arvenses”.
Um outro concurso bastante reconhecido, já, irá realizar-se na sexta-feira, no auditório do Palco, organizado pelo Montemormel – Associação de Apicultores do concelho de Montemor-o-Novo. O IX Concurso de Mel do concelho, que terá a sua entrega de prémios no sábado, dia 1 de Setembro, a seguir a um colóquio que se realizará pelas 10.00h no Auditório da nova Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Vila. O Tema do colóquio será “Registo de Unidades de Produção Primária de Mel e outros Produtos Apícolas, Cuidados a observar na sua instalação”.
Dentro do programa desportivo, para além do espaço de Desporto de Aventura, que estará aberto ao longo da feira, realiza-se o X Concurso de Saltos – Categoria C no Centro Hípico D. Duarte, a partir das 16 horas nos dois dias.
Também no mesmo dia, pelas 17 horas, realiza-se o torneio de Malha, no recinto da Feira.
No Domingo, dia 2 de Setembro, pelas 9.00h, realiza-se o 3.º Concurso de Pesca à Linha “Cidade de Montemor-o-Novo”, na Barragem do Divor.
Pela mesma hora haverá o 14.º Passeio de Cicloturismo que ligará Montemor a S. Mateus, Escoural, S. Brissos e Montemor. A cocentração será nas piscinas municipais e é organizado pelo grupo de cicloturismo de Montemor-o-Novo.
Na segunda-feira, 3 de Setembro, pelas 15.30h, realiza-se um Festival de Natação, nas Piscinas Municipais Recreativas.
No campo cultural realiza-se a Feira do Livro, organizada pela Fonte de Letras, onde haverá, sexta-feira, dia 31 de Agosto, pelas 19.00h, a apresentação de um livro de Eduardo M Raposo, por Manuel Casa Branca e Alexandre Pirata, de título Canto de intervenção – 1960-1974”.
No Domingo, também no recinto da Feira, pelas 18.30h, realiza-se uma “Corrida Mirabolante” pelo Teatro Extremo, uma animação de rua que promete dar um bom momento a todos.
Na área tauromáquica é muita a oferta. Para além das corridas que já noticiámos (ver aqui), haverá largadas, organizadas pelos Bombeiros Voluntários, na sexta, sábado e domingo, na arena contruida ao lado da Praça de Touros de Montemor. Sempre a partir da meia-noite.
Também a animação nocturna está garantida, com os bares a estarem presentes no recinto da Feira, junto à sede da APORMOR, nos seis dias de Feira, bem como à saida da cidade para o lado de Évora a Arraiolos, onde se irá realizar nestes dias de feira a Summer Party 2007, que promete prolongar a festa pela noite dentro.
Seis dias para descobrir… Montemor
28/08/2007
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Noticias de Montemor errou
Concurso Nacional de Saltos está inserido no programa da feira
Ao contrário do que Noticias de Montemor, erradamente, noticiou, o Concurso Nacional de Salto – Categoria C, que se realiza nos dia 1 e 2 de Setembro, próximo sábado e domingo, no Centro Hípico D. Duarte, está inserido no programa da Feira da Luz. Pelo erro, pedimos desculpa.
28/08/2007
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Ao contrário do que Noticias de Montemor, erradamente, noticiou, o Concurso Nacional de Salto – Categoria C, que se realiza nos dia 1 e 2 de Setembro, próximo sábado e domingo, no Centro Hípico D. Duarte, está inserido no programa da Feira da Luz. Pelo erro, pedimos desculpa.
28/08/2007
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E ainda a Feira da Luz:
After hours na Feira Montemorense
Como já vai sendo hábito, o Rugby Clube de Montemor, bem como outros grupos da cidade ligados à diversão nocturna, vão marcar presença na Feira da Luz, que se insere nas festas da cidade de Montemor-o-Novo, com uma tenda-bar no recinto da Apormor, onde decorre a Expomor. Pioneiro neste evento, onde marcou presença pela primeira vez à 12 anos, O RCM apresenta este ano um cartaz de qualidade, num ano em que a feira tem mais dois dias de duração. Para dia 29 de Agosto, dia de abertura, os DJ's Pardal (residente) e Dr. Alternative, ao mesmo tempo que decorre um encontro de Djembes. Para dia 30 de Agosto o primeiro concerto, levado a cabo pelos TRAFFIC JAM, dando continuidade à noite o DJ Kosta. Na sexta-feira, dia 31, concerto com os B.L.O.G., ficando a mesa de mistura novamente a cargo do DJ Pardal. Para dia 1 de Setembro, último concerto do evento, agendado com os ZEBRA e DJ Viktor Barros. Dia 2 espectaculo de Sevilhanas e Dj Pardal. O último dia do evento fica marcado exclusivamente para o Dj Pardal. O espaço CHILL-OUT vai renascer novamente, após o sucesso do ano passado, onde poderá descansar enquanto saboreia a sua bebida. A grande novidade deste ano é a TASQUINHA RCM, um espaço onde poderá, entre outras coisas, saborear deliciosos enchidos ou memsmo um prato de carne do alguidar, acompanhado por um óptimo vinho tinto.
26/08/2007
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Como já vai sendo hábito, o Rugby Clube de Montemor, bem como outros grupos da cidade ligados à diversão nocturna, vão marcar presença na Feira da Luz, que se insere nas festas da cidade de Montemor-o-Novo, com uma tenda-bar no recinto da Apormor, onde decorre a Expomor. Pioneiro neste evento, onde marcou presença pela primeira vez à 12 anos, O RCM apresenta este ano um cartaz de qualidade, num ano em que a feira tem mais dois dias de duração. Para dia 29 de Agosto, dia de abertura, os DJ's Pardal (residente) e Dr. Alternative, ao mesmo tempo que decorre um encontro de Djembes. Para dia 30 de Agosto o primeiro concerto, levado a cabo pelos TRAFFIC JAM, dando continuidade à noite o DJ Kosta. Na sexta-feira, dia 31, concerto com os B.L.O.G., ficando a mesa de mistura novamente a cargo do DJ Pardal. Para dia 1 de Setembro, último concerto do evento, agendado com os ZEBRA e DJ Viktor Barros. Dia 2 espectaculo de Sevilhanas e Dj Pardal. O último dia do evento fica marcado exclusivamente para o Dj Pardal. O espaço CHILL-OUT vai renascer novamente, após o sucesso do ano passado, onde poderá descansar enquanto saboreia a sua bebida. A grande novidade deste ano é a TASQUINHA RCM, um espaço onde poderá, entre outras coisas, saborear deliciosos enchidos ou memsmo um prato de carne do alguidar, acompanhado por um óptimo vinho tinto.
26/08/2007
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Ainda durante a Feira da Luz mas não integrado no programa:
Campeonato Nacional de Saltos regressa
Depois do sucesso do campeonato realizado em Julho, decorre mais um campeonato no Centro Hipico D. Duarte nos próximo dias 1 e 2 de Setembro. É mais uma prova de Saltos Nacional C.
26/08/2007
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Depois do sucesso do campeonato realizado em Julho, decorre mais um campeonato no Centro Hipico D. Duarte nos próximo dias 1 e 2 de Setembro. É mais uma prova de Saltos Nacional C.
26/08/2007
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Outros espaços da Feira da Luz:
Nem só de Concertos vive a Feira
Para além dos Cartaz de concertos que a Feira da Luz integra, há também outros espaços que poderá visitar durante a Feira de Setembro. Assim, para além da feira do Livro, a cargo da Livraria Fonte de Letras, e da Exposição da Câmara Municipal
subordinada ao tema “Brinquedos que atravessam o Tempo”, são muitas as propostas que
são feitas, como por exemplo a Animação de Rua pelo Teatro Extremo, o Espaço da Oficina da Criança e o Artesanato ao Vivo. Contudo, são os concertos que mais se
destacam neste certame. E aí poderá encontrar André Sardet, dia 29; Blasted Mechanism, dia 30; Inês Vila Lobos e o Fado, dia 31. Já em Setembro, dia 1, a noite é de dança, com Bafochi – Ballet Folclórico do Chile e Rancho Folclórico de Cortiçadas de Lavre. No dia 2, Sérgio Godinho e, na Segunda Feira, dia 3 de Setembro, a fechar a Feira Maior de Montemor, Pedro Abrunhosa.
Também o espactáculo Tauromáquico está assegurado e, Montemor irá ser, concerteza, Praça Cheia, mais uma vez. à parte das largadas que serão realizadas ao lado da Praça de Touros da cidade, dentro da arena acontecerão dois espectáculos importantes. Prrimeiro, dia 2 de Setembro, a Grande Corrida de Touros, com os cavaleiros João Salgueiro, Vitor Ribeiros e João Telles Jr. que lidarão seis touros da Herdade de Pégoras. Os Forcados, como não podia deixar de ser, serão os da casa, que nesse dia se despendem do seu actual cabo, Rodrigo Vacas de Carvalho Corrêa de Sá, deepois de dez anos à frente deste conjunto que tem vindo a ver o seu trabalho nas arenas ser reconhecido por todo o país.
O novo cabo será José Maria Abranches de Matos Cortes. Com 23 anos de idade, torna-se o 9,º cabo a chefiar o Grupo de Forcados de Montemor.
Ainda dentro do programma Taurino para a Feira da Luz 2007, realiza-se na segunda-feira, dia 3 de Setembro, a 3.ª Espora de Prata da Revista Borladero. Um espectáculo taurino dividido em duas partes, sendo que na primeira parte haverá três cavaleiros praticantes que lidarão três novilhos da herdade de Pégora. Os cavaleiros são Francisco Palha, Tomáz Pinto e Tiago Carreiras, sendo que os Forcados de Montemor estarão responsáveis pelas pegas, havendo aqui a disputa do "Forcado de Prata" para melhor pega.
Na segunda Parte estarão a cavalo Manuel Vacas de Carvalho e Maria mira e a pé, João Villaverde Jr. a lidar três reses da Herdade de Pégoras.
26/08/2007
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Para além dos Cartaz de concertos que a Feira da Luz integra, há também outros espaços que poderá visitar durante a Feira de Setembro. Assim, para além da feira do Livro, a cargo da Livraria Fonte de Letras, e da Exposição da Câmara Municipal
subordinada ao tema “Brinquedos que atravessam o Tempo”, são muitas as propostas que
são feitas, como por exemplo a Animação de Rua pelo Teatro Extremo, o Espaço da Oficina da Criança e o Artesanato ao Vivo. Contudo, são os concertos que mais se
destacam neste certame. E aí poderá encontrar André Sardet, dia 29; Blasted Mechanism, dia 30; Inês Vila Lobos e o Fado, dia 31. Já em Setembro, dia 1, a noite é de dança, com Bafochi – Ballet Folclórico do Chile e Rancho Folclórico de Cortiçadas de Lavre. No dia 2, Sérgio Godinho e, na Segunda Feira, dia 3 de Setembro, a fechar a Feira Maior de Montemor, Pedro Abrunhosa.
Também o espactáculo Tauromáquico está assegurado e, Montemor irá ser, concerteza, Praça Cheia, mais uma vez. à parte das largadas que serão realizadas ao lado da Praça de Touros da cidade, dentro da arena acontecerão dois espectáculos importantes. Prrimeiro, dia 2 de Setembro, a Grande Corrida de Touros, com os cavaleiros João Salgueiro, Vitor Ribeiros e João Telles Jr. que lidarão seis touros da Herdade de Pégoras. Os Forcados, como não podia deixar de ser, serão os da casa, que nesse dia se despendem do seu actual cabo, Rodrigo Vacas de Carvalho Corrêa de Sá, deepois de dez anos à frente deste conjunto que tem vindo a ver o seu trabalho nas arenas ser reconhecido por todo o país.
O novo cabo será José Maria Abranches de Matos Cortes. Com 23 anos de idade, torna-se o 9,º cabo a chefiar o Grupo de Forcados de Montemor.
Ainda dentro do programma Taurino para a Feira da Luz 2007, realiza-se na segunda-feira, dia 3 de Setembro, a 3.ª Espora de Prata da Revista Borladero. Um espectáculo taurino dividido em duas partes, sendo que na primeira parte haverá três cavaleiros praticantes que lidarão três novilhos da herdade de Pégora. Os cavaleiros são Francisco Palha, Tomáz Pinto e Tiago Carreiras, sendo que os Forcados de Montemor estarão responsáveis pelas pegas, havendo aqui a disputa do "Forcado de Prata" para melhor pega.
Na segunda Parte estarão a cavalo Manuel Vacas de Carvalho e Maria mira e a pé, João Villaverde Jr. a lidar três reses da Herdade de Pégoras.
26/08/2007
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